
Chamem-me de herege. Acusem-me de blasfêmia. Condenem-me à fogueira, queimem-me vivo...
O cara, a essa altura do campeonato, vir dizer que a única igreja verdadeira é a igreja católica (assim mesmo, com letra minúscula)?!
Ratzinger, faça-me rir!
Uma igreja que tem deixado ao longo de sua existência um rastro de sangue, luxúria, devassidão e bazófia. Que mata seus desafetos e depois os torna santos. Ostenta riquezas – usurpadas através das santas indulgências – enquanto seus fiéis padecem na miséria. Condena o homossexualismo mas passa a mão na cabeça de seus padres pedófilos...
Os católicos que me perdoem, mas se existe uma igreja que não pode ser considerada verdadeira, muito menos pura e santa é a igreja católica apostólica romana.
Cristo não teve ligação alguma com Roma, exceto na hora de ser executado sob ordem de
Pôncio Pilatos, nomeado por Roma governador da Judéia. Ou seja, Roma, depois de ter açoitado e humilhado, assassinou brutalmente
Jesus Cristo, o homem sobre quem, 2 mil anos depois, um alemãozinho de merda, que tem a alma mais sórdida que os lençóis de um puteiro de beira de estrada e que se assentou no mais alto posto da hierarquia católica se julgando o enviado de Deus à Terra, diz ter a primazia, a exclusividade.
A igreja católica deveria ter posto em prática uma de suas mais perfeitas habilidades, que ela já usou tantas vezes e com tamanha precisão. Deveria ter feito com
Martinho Lutero o que fez com
Jonh Huss,
Jerônimo de Praga e
Savanarola. Deveria tê-lo executado. Assim não haveria nada de
Protestantismo no mundo e ela, a igreja que se julga santa, manteria sua hegemonia e sua primazia imposta. Mas hoje, 500 anos depois?! No mundo há meio bilhão de protestantes, outros tantos milhões de ortodoxos e um infindo de igrejas fundamentadas no cristianismo... Não seria tarde demais pra se lutar pela supremacia religiosa? A não ser que haja alguma intenção desesperada de outra hecatombe como o famoso
Massacre da noite de São Bartolomeu, onde 100 mil pessoas foram assassinadas a sangue frio por terem opinião contrária à da "santa sé". Um tal
Gregório XIII celebrou a carnificina com missas e badaladas de sinos, e até um mural foi pintado para relembrar a tragédia.
Gregório XIII, pra quem não sabe, era o Papa na época. Ocupou a mesma cadeira onde hoje senta-se
Joseph Ratzinger e, como esse último, também era visto como o porta-voz do Todo-Poderoso, o homem mais santo sobre à Terra, aquele que tinha herdado os atributos de
São Pedro.
Pedro era um homem humilde e - ao contrário desses porcos que vivem enclausurados em grandes templos, envoltos em prata, ouro e diamantes, sendo venerados por um bando de puxa-sacos 24 horas por dia - vivia em meio aos leprosos, aos mendigos e as prostitutas pregando o Evangelho, o verdadeiro Evangelho de Cristo. Ele, a quem a igreja católica apostólica romana tem a vileza de chamar de “o 1º Papa”, foi perseguido e morto pelos próprios romanos.
Como podemos ver, o que a igreja católica saber fazer de melhor é matar. Os primeiros cristãos atirados aos leões nas grandes arenas romanas, os judeus da Lisboa de 1506 e os protestantes franceses de 1572 que o digam!!
Peço ao velho
Ratzinger que cale a boca e pegue esse documento no qual ele afirma ser a igreja católica apostólica romana a única igreja verdadeira e enfie no... Bem, ele sabe onde!!
É isso!
...e como diria Lutero,
que Deus me ajude!